quinta-feira, 9 de julho de 2009

Resíduos Antimicrobianos no Leite Caprino

Joyci Torres de Paula
joycidepaula@gmail.com
O leite caprino apresenta alto valor nutritivo, contendo açúcar, proteína, lipídeo, vitamina e níveis adequados de ferro, cálcio e fósforo, com elevada digestibilidade no organismo humano pelo tamanho reduzido e fácil dispersão dos seus glóbulos de gordura e pela sua proteína de coagulação que forma uma coalhada fina, macia e com perfeita digestão em um curto espaço de tempo, sendo constantemente indicado a indivíduos que apresentam sensibilidade à lactose bovina (COSTA, 2009).
O Brasil, atualmente, apresenta uma produção diária de 22.000 L de leite de cabra, totalizando 7.920.000 L/ ano. Porém, seria necessário o dobro da produção para atender a demanda nacional. A região Nordeste é responsável por 45,4% da produção nacional produzindo 10.000 L/dia e tendo como maior produtor o estado do Rio Grande do Norte com média diária de 8.550 L. No Estado do Ceará, a produção de leite diária chega aos 1.000 litros, sendo que a região Norte do Estado apresenta um potencial de produção de 400 litros de leite por dia. A região Sudeste é responsável pelo restante dessa produção apresentando 12.000 litros/dia, 54.6% de todo o leite de cabra que é produzido no País, com uma cadeia produtiva bastante organizada. Boa parte desta produção é adquirida pelo Governo Federal para merenda escolar e crianças carentes de forma que já reduziu em 39% a mortalidade infantil, conforme Costa (2009).
Pinheiro et al. (2000) identificou a alta incidência de problemas sanitários na caprinocultura do Nordeste, os quais possibilitam a instalação de infecções em um grande número de animais do rebanho. Demonstrando, também, a relação dessas infecções com a diminuição da concentração de gordura, de lactose e de caseína no leite, além de gerar um uso indiscriminado de antibióticos pelos próprios produtores, sem os cuidado necessários quanto à dose, via de administração e período de carência promovendo a presença de resíduos no leite com alto risco ao consumidor. Esse uso indiscriminado de antimicrobianos é de grande relevância, tendo em vista que desencadeia diversos problemas como: a) Choque anafilático, causada por hipersensibilidade à droga independente da dose; b) Efeitos teratrogênicos, a partir do uso constante em gestante; c) Resistência microbiana, tanto no animal quanto no homem e d) Queda na qualidade leiteira.
Economicamente o uso indiscriminado de antimicrobiano provoca grandes perdas, pela diminuição na produção leiteira, altera processos fermentativos, bem como, causa queda na qualidade do leite e seus subprodutos (PINHEIRO, 2000).
Segundo Nascimento et al. (2001), os principais antibióticos utilizados nos rebanhos e identificados no leite são as Penicilinas, Tetraciclinas, Estreptomicina e Gentamicina. O consumo do leite de animais tratados com esses medicamentos não deve ser realizado durante pelo menos 96 horas após seu uso, com exceção da Penicilina G, visto que estudos verificaram resquícios dessa droga dez dias após seu uso.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) através do Comitê para Aditivos Alimentares estabelece normas para o uso de aditivos e práticas a serem adotadas na tecnologia alimentar sendo esses conhecido como Limite Máximo de Resíduos e Ingestão Diária Aceitável. Na França, recomenda-se que medicamento de uso humano não seja utilizado em práticas de tecnologia alimentar e tratamento em animais.
No Brasil, a presença de Resíduos Biológicos no Leite é administrada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a partir Instrução Normativa 37/2002 e Normativa 42/1999. A Normativa 37 institui a Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do Leite, com objetivo de realizar análises laboratoriais para a fiscalização de amostra de leite cru, recolhido em propriedades rurais e estabelecimentos de lacticínios, enquanto a Normativa 42 trata do Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal e Programa de Controle de Resíduos do Leite – PCRL.
Com isso, pode-se concluir que cuidados sanitários no rebanho são imprescindíveis para diminuir o uso de antimicrobianos em animais produtores de leite evitando a presença de resíduos destas drogas no alimento. É necessário, também, promover orientação racional sobre o uso de medicamentos a produtores de cabras leiteiras evidenciando os riscos do uso indiscriminado de antibióticos, além de esclarecendo sobre a importância de consultar um médico veterinário antes do uso de qualquer fármaco.


Referências:
COSTA, A. L. – LEITE CAPRINO: UM NOVO ENFOQUE DE PESQUISA – EMBRAPA Caprinos; http://www.cnpc.embrapa.br/artigo4.htm%20-%20acessado%20em%2020/06/09.
NASCIMENTO, G.G.F. et al. – OCORRÊNCIA DE RESÍDUOS DE ANTIBIÓTICOS NO LEITE COMERCIALIZADO EM PIRACICABA, SP – Revista de Nutrição, Campinas: 119 – 124; maio/agosto – 2001.
PINHEIRO, r.r. et al. – ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA CAPRINOCULTURA CEARENSE –Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, vol. 52, n. 5, Belo Horizonte / MG, Out/2000.


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Resultado da Seleção PET VET 2009

SAIU O RESULTADO DA SELEÇÃO PET VET 2009!!!!!
Os Petianos selecionados serão integrantes do grupo PET a partir de agosto de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ceratoconjuntivite Infecciosa de Caprinos e Ovinos


A ceratoconjuntivite infecciosa dos ruminantes é conhecida também por “Olho rosado e doença de New Forest”. Constitui-se numa doença cosmopolita, sazonal e acomete bovinos, caprinos e ovinos sem distinção de raça, idade e sexo, embora os animais mais jovens e mais velhos sejam mais susceptíveis. Os animais acometidos desenvolvem imunidade natural que vai diminuindo a partir de dois anos e podem se infectar novamente.

Esta enfermidade contagiosa é causada pela Moraxella spp, um diplococo, aeróbico, gram-negativo, e somente aqueles microorganismos hemolíticos que possuem pili sãocapazes de desenvolver a enfermidade, pois aderem à córnea produzindo necrose epitelial e no estroma, por meio de dermonecrolisinas e hemolisinas associadas com as colagenases inflamatórias (CHAVES & ACIPRESTE, 1998; CHAVES & ACIPRESTE, 2004; CHAVES, 2004).
Caracteriza-se por hiperemia conjuntival, lacrimejamento, blefaroespasmo, fotofobia e, em casos avançados, opacidade e ulceração de córnea, com risco de perda da visão. A ceratoconjuntivite infecciosa (CCI) é reconhecida em todo mundo como uma doença comum que afeta o sistema oftálmico de pequenos ruminantes, a exemplo de ovinos e caprinos. Geralmente, a doença envolve apenas a superfície do olho, com o primeiro sinal clínico, sendo uma conjuntivite uni ou bilateral, resultando em lacrimejamento, pestanejamento, blefaroespasmo e presença de secreção ocular sero-mucosa ou muco-purulenta com aglutinação de pelos da região periocular. No entanto, o quadro pode progredir e envolver a córnea, causando sua opacidade ou esbranquecimento e aumento na vascularização. Animais gravemente afetados podem desenvolver úlceras de córnea e/ou cegueira, em conseqüência da intensa opacidade existente. No entanto, os primeiros sinais indicativos da potencial manifestação da doença em um rebanho podem ser a ocorrência de coloração castanha abaixo do olho e o acúmulo de poeira nos corrimentos lacrimais.
Outras alterações observadas na maioria dos ovinos afetados incluem conjuntivite folicular, opacidade da córnea com vascularização, ulceração, pannus e irite (RENDER & CARLTON, 1998), além de febre, anorexia, oftalmalgia, oftalmorréia, epífora e úlceras de córnea também descritas por CHAVES & ACIPRESTE (1998), CHAVES & ACIPRESTE (2004) e CHAVES (2004).
O tratamento dos casos clínicos deve começar imediatamente após ter sido diagnosticada a doença como forma de impedir que sua evolução leve a lesões irreparáveis da córnea. Vários antibióticos podem ser usados, devendo sempre estar atento para caso de resistência. A prevenção e controle desta doença têm sido realizados através de práticas de manejo quando se quer diminuir o máximo possível a ação dos vetores (mosca) e quantidade de poeira. É encontrada no mercado vacina que, se usada corretamente, pode conferir alguma imunidade aos animais.
A redução dos casos clínicos de CCI em um rebanho está associada à medidas preventivas fundamentadas em práticas que visem controlar os elementos que podem funcionar como fômites ou agentes disseminadores e/ou estressantes, e envolvem a limpeza diária das instalações (por varredura e/ou raspagem); desinfecção completa das mesmas a cada 7 dias após limpeza prévia (preferencialmente com lança-chamas ou "vassoura-de-fogo"); isolamento dos animais apresentando quadro clínico; controle da população de moscas e insetos (principalmente, por meio de limpeza e manejo adequado dos dejetos animais); redução da exposição a irritantes mecânicos (poeira); manejo do pastejo para manter o relvado em alturas mais adequadas; manejo do rebanho baseado nos princípios de bem-estar e a quarentena de animais récem-adquiridos por no mínimo 15 dias.


Postado: Juliana Barreto

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Abordagem do Paciente Crítico: o ABC da emergência e ressucitação cardio respiratória


Será realizado nos próximos dias 29 e 30 de junho uma oficina de "Abordagem do Paciente Crítico: o ABC da emergência".
A oficina será realizada por meio de palestras e demonstrações por meio de vídeos dos procedimentos a serem realizados durante emrgências veterinárias.
As inscrições são gratuítas e podem ser feitas no PET de Medicina Veterinária.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Importância da ordenha higiênica em cabras leiteiras

A higiene antes, durante e após a ordenha, assim como, a limpeza e desinfecção de apriscos é de extrema importância para o controle de doenças que afetam a glândula mamária como a mastite. Por isso, o local da ordenha deve ser espaçoso, arejado de modo a impedir odores e sujidades que interfiram na qualidade do leite. O animal deve ser escovado antes para evitar que resíduos de poeira, pêlos e fezes contaminem o leite. Assim como o animal, os recipientes utilizados durante a ordenha devem ser rigorosamente limpos e isentos de odores.
O ordenhador também é muito importante, pois, deve gozar de boa saúde, lavar as mãos com água e sabão abundantemente, possuir unhas aparadas, como também estar livre de ferimentos e doenças de pele. Suas vestimentas devem estar sempre limpas fazendo uso também de chapéu para evitar que cabelos contaminem o leite, bem como ausência de barba, também não deve fumar ou tossir no momento em que esteja realizando a ordenha dos animais (JARDIM, 1974).

Deve-se conduzir os animais para ordenha de modo tranqüilo, em silêncio e sem batidas. Deve-se proceder também a linha de ordenha, onde primeiro devem ser ordenhados os animais sadios de primeira lactação, animais sadios de mais lactações, animais velhos e que nunca apresentaram mastite, os que foram submetidos a tratamentos e ficaram curados, animais suspeitos e, por último animais, doentes ou em processo de tratamento. Esses últimos devem ser ordenhados para evitar que piorem, mas o leite não deve ser posto junto com o leite retirado de animais sadios e, sim descartado.

Segundo Chapaval (2007), antes de dar início à ordenha, deve-se proceder ao pré-dipping ou limpeza do úbere com água limpa e sabão neutro e, imersão das tetas em solução de hipoclorito de sódio a 2% ou iodo a 0,3%; depois de 30 segundos, procede-se a secagem das tetas com papel toalha individual e descartável. Desprezam-se os primeiros jatos e faz o exame de caneca de fundo preto ou telado e o CMT (California Mastite Test). Vale ressaltar que o CMT em cabras é extremamente reativo e, por isso deve-se utilizar como base de diagnóstico a comparação entre os resultados de ambos os tetos.
No pós-dipping, pelo menos 2/3 da teta deve ser imersa em solução desinfetante, segundo Chapaval (2007). A solução mais indicada é a de iodo glicerinado, reduzindo os riscos de contágio da mastite pelos animais, pois que neste momento o esfíncter da glândula mamária encontra-se aberto, favorecendo a entrada de microorganismos presentes na pele ou até mesmo no piso das instalações.

Essas medidas podem impedir ou pelo menos controlar os casos de mastite em um a propriedade e, principalmente as perdas econômicas em decorrência desta. Essa patologia não é mais do que a inflamação das glândulas mamárias. É causada principalmente por Staphylococcus aureus, Streptococcus spp, Corynebacterium pyogenes, Corynebacterium pseudotuberculosis, Clostridium perfringens, Escherichia coli, Mycoplasma micóides.
Sousa e Santos (1999), classificam essa patologia em mastites clínicas e sub-clínicas. As primeiras se caracterizam por leite visivelmente anormal, com graus variáveis de inflamação do úbere que variam desde a presença de coágulos até soro com secreção fibrinosa. Já nas mastites sub-clínicas, o animal não apresenta sintomas de inflamação, o leite tem aspecto normal, mas a glândula mamária pode apresentar número aumentados de leucócitos e, está comumente associada à infecção por Staphylococcus aureus e Staphylococcus agalactiae.
Segundo De Castro (1984), o animal doente apresenta o úbere intumescido, quente e dolorido, de modo que quando caminha tenta não bater nas mamas, torna-se magro, abatido, pêlo arrepiado, respiração acelerada, febril e diminuição da produção leiteira. O leite torna-se purulento e com rastros de sangue, muitas vezes com odor repugnante e, em casos mais avançados pode-se ter fibrose do tecido mamário e perda parcial ou total do úbere.
O diagnóstico é baseado no exame bacteriológico do leite, contagem de células somáticas, Caneca de fundo preto ou telado e CMT.
O tratamento devido à grande quantidade de agentes patógenos nem sempre é eficaz. O sucesso depende da fase da doença e, se faz necessário o exame laboratorial com antibiograma para identificação do agente e a droga específica para o combate do mesmo.
Por isso, a conduta do médico veterinário é fundamental no sentido de orientar os proprietários quanto à importância de medidas profiláticas para a saúde higiênico-sanitária do rebanho, minimizando também as perdas econômicas que esta patologia pode causar.

Referências
DE CASTRO, A. A cabra. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Livraria Freitas Bastos. 1984. 255-256p.
SOUSA, W. H. de e SANTOS, E. S. dos. Criação de caprinos leiteiros: uma alternativa para o semi-árido. João Pessoa, PB. Edição SEBRAE- PB/EMEPA-PB, 1999. 173-177 e 146-150p.
BENEVIDES, S. D. e EGITO, A. S. do. Comunicado técnico 76: orientações sobre boas práticas de fabricação (BPF) para unidades processadoras de leite de cabra. Embrapa Caprinos: Sobral – CE. Agosto de 2007. À disposição na HomePage: www.cnpc.embrapa.br ou SAC: www.cnpc.embrapa.br/sac.htm

CHAPAVAL, L. Comunicado técnico 80: Programa de Controle da Mastite Caprina – PCMC. Embrapa Caprinos: Sobral – CE. Outubro de 2007. À disposição na HomePage: www.cnpc.embrapa.br ou SAC: www.cnpc.embrapa.br/sac.htm

JARDIM, W. R. Criação de caprinos. São Paulo: SP. Livraria Nobel. 1974. 213 e 220 p.
Autor: Emanuela Polimeni de Mesquita - Grupo PET de Medicina Veterinária

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

CAPRINOS MOCHOS: Vantagem ou Desvantagem?

Caprinos mochos em criações sempre foi uma característica desejável, uma vez que reduz os ferimentos com brigas, diminui o espaço necessário por animal nos cochos e facilita o manejo em geral. Muitos criadores optam por retirar os chifres, utilizando para tal o ferro quente ou os produtos químicos próprios, quando estes ainda são jovens.
Em caprinos existem animais que se apresentam sem chifres (mochos) naturalmente. O caráter mocho determinado pela genética. Muitos cruzamentos já foram feitos para formar linhagens caprinas mochas, através do acasalamento sucessivo de animais mochos, por criadores. Contudo, estas tentativas não mostraram bons resultados, diminuindo a fertilidade destas linhagens. Cientistas estudaram profundamente a herança do caráter mocho, comprovando o que os criadores tinham observado que a ausência de chifres estava associada à perda de fertilidade do animal.
O gene atualmente chamado PIS, causam: a ausência de chifres e a diminuição na fertilidade dos animais. O caráter mocho em caprino é transmitido por genes que determina diferenciação sexual através de herança autossômica, ou seja, genes que afetam a diferenciação sexual mas não estão dentro dos cromossomos sexuais X e Y. O gene PIS (Polled Intersex syndrome) está localizado no cromossomo 1 de caprinos, na posição q43. A influência do gene PIS ocorre durante a diferenciação sexual do feto levando à diferentes graus de anormalidades. Desta forma o estado de homozigose para o caráter mocho é desvantajosa, tendo em vista que promove falha na diferenciação do sistema de ductos levando à esterilidade parcial ou total.
Esse gene só acarreta problemas de infertilidade em casos de homozigose, sendo assim, para evitar problemas futuros na condução do rebanho, basta que um dos pais tenha chifres, de preferência o reprodutor, que deixa maior número de descendentes no rebanho.
Com isso entendemos que não é possível obter uma linhagem de caprinos mochos e férteis, uma vez que o gene que determina o caráter mocho tem efeito pleiotrópico sobre a fertilidade.
Fonte: EMBRAPA-2008

sábado, 22 de novembro de 2008

Aula de Terapias "Alternativas" ou Complementares

A aula de Terapias "Alternativas" ou Terapias Complementares está disponível no endereço eletrônico:
http://www.4shared.com/file/72642557/a0a8b41e/TERAPIAS_ALTERNATIVAS.html

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

PET - Informa

Os certificados do PET VET Discute intitulado "Anemia e Urinálise em Medicina Veterinária", realizado no dia 22 de agosto de 2008, encontram-se disponíveis na sala do PET VET.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Informe PET VET

O PET de medicina Veterinária informa que os certificados da palestra intitulada "Meios de Diagnóstico em Dermatologia Veterinária" foram emitidos e encontram-se disponíveis na sala do PET VET.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Certificados

Os Certificados dos eventos abaixo encontram-se disponíveis no PET VET.

I Ciclo de Palestras - Atualização em Medicna Veterinária
Oficina de Técnica Cirúrgica em Luxação Patelar. Uma Abordagem Prática
Oficina de "Diagnóstico de Gestação por Ultra-som em Pequenos Ruminantes"